All content @ by Franklin Nolla

Aventura

Um drama nas alturas.

O alpinista brasileiro Bernardo Collares, provavelmente está morto no monte FitzRoy na Patagônia Argentina. Após conquistar o cume, ele e a sua companheira de escalada, Kika Bradford, faziam o procedimento de descida em um trecho em rapel, quando na vez dele descer, as cordas de fixação no paredão se soltaram e ele teve uma queda livre vertical de 20 metros de altura , ocasionando fraturas na bacia e também hemorragias internas. De acordo com as normas de segurança nas montanhas, ele teve um breve momento de consciência e ordenou que Kika fosse embora para procurar a equipe de resgate. O drama de deixá-lo sózinho com a grande possibilidade de morrer e o difícil caminho de  volta , de dois  dias e duas   noites, debaixo de fortes tempestades de gelo e ventos,  fizeram com  que ela finalmente encontrasse com a equipe de resgate da  cidade mais próxima, El Chaten, para pedir auxílio e socorrer  Bernardo. Infelizmente, as péssimas condições climáticas não permitem (até o encerramento desse têxto ),  que as equipes de resgate ,terrestres e aéreas, possam se mobilizar.

   Bem, isso é uma fatalidade que acontece frequentemente com os alpinistas e trekkers que perambulam e escalam as mais altas e difíceis  montanhas pelo mundo afora. Faz parte da vida deles. Em pesquisas que mensuram o risco de morrer em atividades esportivas, o alpinismo lidera disparado, seguido por luta de boxe e automobilismo. Então , por que praticar?  Para mim é como um vício.  As montanhas  estão todas lá fora, lindas e imponentes, cada uma com a sua personalidade, cada uma com a sua beleza. É só curti-las e amá-las. Bernardo passou muito tempo de sua vida, vivenciando isso. Talve passe a eternidade nessa montanha caso não possa haver o resgate.

foto (bonita)-Caio Vilela-Folhapress.

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As “calanques” de Cassis.


Achei o máximo a ousadia dos jovens franceses  ao saltarem do penhasco para o mar verde esmeralda de Cassis , região das famosas calanques (cavernas escavadas pelo mar), que compõem  um dos cenários marítimos mais bonitos  que eu já havia visto nas minhas andanças mundo afora. O braço de  mar que contorna Cassis é de uma extrema beleza e mexe com os meus arroubos juvenis de tentar saltar também , mas o lado do bom senso prevaleceu e grazia a dio eu não encarei essa. Fiquei só na vontade. Dê uma espiada na foto abaixo e veja se náo dá vontade de pular. É isso aí.Amanhã vou postar Cannes.

fotos- Franklin Nolla.



Estou fora do Brasil

Volto dia 10 de Setembro


Um dia inesquecível.

A caminho de Le,  capital da região do Ladhak, Índia, eu avistei da estrada este local e pedi  ao Manoel, meu guia, para que averiguasse a possibilidade de se pernoitar lá.. Ele foi verificar a infraestrutura do local e deu o sinal de positivo, já que não estava previsto um pernoite no meio do caminho.Naquele dia eu não sabia quanto seria legal  permanecer na pequena cidade de  Lamaiuru, em parte construída entre os rochedos , que dão o ar sui-generis  ao local.Esse dia foi marcante na minha vida .Eu visitei o monastério budista pela manhã e após o almoço , saí para perambular e fotografar a arquitetura da cidade. No meio da tarde, encontrei dois jovens  brasileiros que  me acompanhavam na viagem e fomos ver o pôr-do-sol em uma colina defronte ao vale. O entardecer foi maravilhoso e o piscar  das primeiras luzes se acendendo nas casas  no cair da tarde foi muito especial. Como observadores privilegiados ,por causa da altura que estávamos, assistiamos o passar das horas contemplando a  monotonia do dia a dia dos moradores locais. Aí a temperatura despencou e chegou perto do zéro grau Celsius. A volta para o hotel foi  enrregelante, mas o coração estava feliz e a mente repleta de lindas imagens que retive na memória até hoje. Essa lembrança eu revivi  no entardecer de Sampa devido ao friozinho que estamos passando, um pouco parecido com o da região montanhosa da Índia…….só um pouco.

foto-Franklin Nolla.


Pertinho da número 1. Near the Everest – the number one.

Esse local- Morena do Glacial do Khumbu- está a meia hora do Mt.Everest, a mais alta montanha do mundo. Todo pessoa que gosta de montanhas,  já sonhou  em chegar ao  mais famoso cume do planeta. A dificuldade é enorme por causa da altitude, mas é acessível a todos os mortais que tenham muita grana , bom preparo físico e boa adaptação ao ar rarefeito. Já o K2 é uma montanha altamente técnica, requerendo  uma grande capacidade  em alpinismo e escalada. Só para poucos, e assim mesmo, a proporção de mortos é muito grande. Se você não for um campeão em alpinismo, nem sonhe.

foto- Franklin Nolla.


Abracaddaabra!

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foto-Ricardo Matsukawa/Terra.


Cadê o agasalho Adidas?

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foto-internet.