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Essa é a Barcelona para se admirar.

Com a crise econômica solapando a Espanha e com os fiascos dos times de futebol, o orgulho da Espanha fica representado pela Barcelona que nunca perde.

Picture at Parc Guell / Antonio Gaudi.


NEW YORK GRAPHIC PICTURES part 1

Pictures by Franklin Nolla


Direto da Galeria – From the Gallery.

VERTIGEM – VERTIGO

KING KONG


O estado da arte – Museu Guggenheim – Manhattan`s comments part 1.

Fiquei emocionado ao ver a beleza do Museu Solomon R Guggenheim, bem em frente ao Central Park de New York. Ele foi projetado pelo maior ícone  da arquitetura norte-americana, Frank Lloyd Wright, entre 1943 e 1954 ( o projeto ) e foi concluído em 1959. O que me encantou foram as curvas e a grande espiral, que quebrou todos os paradigmas de visitação dos museus tradicionais,  onde as obras são expostas  salas  após salas. No Guggenheim você pega um elevador que o leva ao último pavimento, iniciando o processo descendente pelas rampas, iluminadas pela gigantesca clarabóia, para visitar as obras em exposição nas salas ( uma abaixo da outra ). O acervo permanente de arte contemporânea, The Tannhauser Collection ocupa algumas salas e as exposições sazonais ocupam as outras. Para mim a atração maior é o próprio museu, assim como o é o museu de Arte Moderna de Niterói, do grande arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer. Vale a pena conferir.

Pictures by franklin Nolla.


A imaginação não está voando.

Até 1973, as companhias aéreas mundiais tinham um padrão de pintura das aeronaves em que o azul e o prata predominavam (  utilizavam a base metálica da fuselagem e acrescentavam  a cor azul) . Era difícil identificar a qual companhia eles pertenciam. A cia americana Braniff International Airlines quebrou o padrão utilizado ao pintar seus aviões de diversas cores. Para isso contratou o genial artista plástico Alexander Calder  que personalizou cada aeronave. Foi um rebuliço e um enorme sucesso. O céu ficou mais alegre e mais jovem. A liberdade de opções de “design”  prevalece até hoje. Menos no Brasil, onde a mesmice continua, com uma ou duas exceções. Vocês já repararam que a Tam, a Gol ,a Avianca tem quase as mesmas cores. Todos os aviões são brancos com aplicações que vão do vermelho ao laranja .Parece que a lider de mercado gera tendência e as outras só copiam. Que falta de imaginação. O Brasil tem grandes artistas plásticos, grandes “designers”, grandes desenhistas e  grandes ilustradores. Pega uma verba e paga os caras pra fazerem um trabalho diferenciado, com a cara do Brasil, já  que a Copa do Mundo de Futebol e as Olimpíadas estão aí  e   vão demandar talento e criatividade. Capitalizem isso e tenham bons lucros. A minha idéia é de graça. Tenho certeza que os anjos agradecem e que o  céu será mais feliz.

foto:Franklin Nolla.


Esse é o cara que inventou o Brasil.

Dom João VI

Fui ao Rio de Janeiro para esfriar um pouco a cabeça. O clima ajudou bastante nos dois dias, pois choveu pacas. Aí resolvi fazer um programa que uma grande parte  dos cariocas fazem  em São Paulo. Ir aos museus e centros culturais. Valeu a pena. Vi uma exposição quer é uma verdadeira  aula de História do Brasil no Museu Histórico Nacional. Conta os primórdios da formação da colônia,  os processos que levaram a Independência e a  República…, desde o descobrimento até os dias atuais. Andei pelo centro antigo do Rio e constatei que muito do que foi construído e institucionalizado na cidade e na nação, foi criado por dom João VI. O então príncipe regente de Portugal, aportou com sua corte na colônia brasileira em 22 de Janeiro de 1808, fugindo das tropas de Napoleão Bonaparte que  havia invadido as terrinhas portuguesas. Sob a tutela da marinha inglesa ele chegou em Salvador, onde seu primeiro ato foi o de  decretar a abertura dos portos a todas as nações amigas, favorecendo o comercio com a Inglaterra e interrompendo o Pacto Colonial. Da capital baiana ele navegou até  o Rio de Janeiro , onde resolveu estabelecer a corte de Portugal e anos mais tarde fundou o reino de Portugal, Brasil e Algarves. Praticamente foi ele quem  criou o Brasil ao tomar  várias medidas como a criação do Banco do Brasil, o Jardim Botânico do Rio,a Academia Imperial de Belas Artes, a Biblioteca Real,os Correios,o Museu Real,a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios, a Casa da Moeda,a Imprensa Régia, o Observatório Astronômico, o Real Erário (atual Ministério da Fazenda) e etc…Ele também patrocinou a vinda da Missão Artística Francesa com Debret , Taunay e uma porção de artistas e arquitetos. Investiu também em armamentos e em pequenas indústrias e mais um montão de coisas. A imagem que nos é passada pelos historiadores é que Dom João VI era um bonachão, meio tolo e um guloso devorador de frangos, alem de obviamente ser acusado de covarde por ter fugido de Napoleão. Eu particularmente acho que ele foi uma velhaca raposa que esperou o tempo certo para ver  Napoleão  ser derrotado pelos ingleses e depois retornar a Portugal como rei, fato que foi coroado no Brasil em 06 de Fevereiro de 1818 na cidade do Rio de Janeiro. Foi o único monarca em toda a História a ser coroado nas Américas.

Vale destacar  também as grandes telas dos pintores expoentes da História do Brasil como  Victor Meirelles e Pedro Américo.

Quadro do Combate Naval do Riachuelo – autor- Victor Meirelles.

Quadro de Dom João VI – autor – José Leandro de Carvalho.

 


Vem aí o ínicio da série Arte no Rio.

 

 

 

Aos poucos voltando a normalidade, vou iniciar uma série de posts sobre arte no Rio de Janeiro.Rapidamente  vão rolar assuntos bem interessantes. …

foto-Franklin Nolla