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Uma tragédia difícil de ser entendida.

O helicóptero que caiu em Goiás é da  marca Agusta-Westland, fabricante do modelo da foto abaixo. O que caiu é um Koala AW 119MK2 . Não sou perito e nem estudioso de acidentes aéreos, mas tem algo que  me intriga no acidente que ceifou a vida de 8 pessoas, a maioria delegados de Polícia. Como pode acontecer a queda de uma aeronave em bom estado, com poucas horas de voô , voando em um céu “azul de brigadeiro”?  Imagino que as respostas mais fáceis sejam ” Foi uma fatalidade”, “Foi imperícia do piloto”, “Foi uma falha mecânica”, ” Foi uma falha na manutenção” e mais uma fieira de “Foi ..sss”. Um pouco do que conheço e algo dentro de mim  sinaliza que  foi um pouco a mais do que uma fatalidade. Acho que algo extra aconteceu e não tenho a menor idéia do que teria ocorrido. Já voei a trabalho em várias aeronaves e nunca senti medo ou achei que a “cadeira voadora pudesse cair”. A  responsabilidade e a competência dos pilotos em checar as normas de segurança de uma aeronave é bem grande e nesse caso, por ser um agente de segurança, mais ainda. Eu sempre tive a sorte de voar com pilotos extremamente competentes (esmagadora maioria) que primavam pela segurança e como leigo, eu sempre senti que as máquinas sempre estavam ” bem a mão” dos pilotos e  os  rotores  delas soavam sempre bem afinados. No meu último vôo, que foi no ano passado, o piloto viu a aproximação de vários urubus e  habilmente mudou de rota.  Foi difícil para mim enxergá-los, mesmo ele apontando onde os ditos cujos estavam. Para ele, foi uma coisa rotineira, demonstrando uma boa acuidade visual.  O estado da maioria das aeronaves que voei eram impecáveis. Via de regra, a maioria dos  pilotos não arriscam a própria vida e a vida dos passageiros por algum fator de  negligência. O imponderável só entra em ação quando as normas de segurança são  desrespeitadas em qualquer procedimento para realizar um vôo, desde a manutenção preventiva , o plano de vôo e  até as  condições meteorológicas.  Daí, para o acidente é só um passo.   Por isso… ainda quero voar muito na minha vida…..  fazer muitos vídeos e muitas fotos…..dependo só de me contratarem e de que as aeronaves e pilotos estejam de acordo com as normas de segurança, porque voar é o máximo….

Picture by Franklin Nolla.


NEW YORK GRAPHIC PICTURES part 2 – Windows

What are you looking for?

Through the window.

Pictures by Franklin Nolla.


NEW YORK GRAPHIC PICTURES part 1

Pictures by Franklin Nolla


Fotos – Manhã de Sábado em Manhattan. Manhattan`s Saturday Morning Shots.

Porque escrever ou postar fotos  sobre Nova Iorque? Simplesmente porque tenho fotos bem legais da capital do mundo . É isso.

Why NYC posts? Because i have nice pictures about it.

‘PROUD’

‘WHAT DOES IT MEANS”

‘LIBERTY’

“WAITING…”

“HEY MAN. WHAT TIME IS IT”

“SING BOB! SING”

All pictures by Franklin Nolla.


Matéria X Anti-Matéria X Matéria X Anti-Matéria…………….

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Picture by Franklin Nolla – New York City -No Photoshop.


Está com grana, então voe!

Se você estiver com um pouco de grana sobrando, tenha uma experiência fantástica. Faça um vôo de helicóptero sobre a cidade de São Paulo. Leve uma boa câmera e se delicie. É bárbaro ter a oportunidade de conhecer melhor a sua cidade,  vista do alto e sem congestionamento de automóveis. Faz bem para o corpo e para a alma. Informações no Campo de Marte via Google.

Photo by Franklin Nolla da série “São Paulo também é linda”- Ferrorama.


A Capitu dos meus sonhos.

É muito difícil que alguém ao ler um livro, não tenha associado a imagem que faz de um personagem com a imagem real de uma pessoa. Pois é. Tive uma grata surpresa. Há alguns dias eu estive  fotografando em Paraty , RJ, . O “job” era um catálogo de publicidade para uma renomada empresa de Cama&Mesa&Banho&Underware de São Paulo. A maioria das pessoas envolvidas no projeto formam um time fixo de profissionais de alta qualidade que trabalham em conjunto faz um bom tempo. As pessoas que trocam são os modelos e eventualmente os maquiadores.Antes do ínicio das viagens, todo mundo se reúne e são feitas as apresentações necessárias. Ao entrar no micro-ônibus da produção eu vi a modelo escolhida,  que estava “devorando”  um livro. Fui apresentado a ela que me deu um sorriso levemente tímido. Para  quebrar o gelo, perguntei o que estava lendo. Ela disse o nome  do livro , que eu já esqueci e o  nome da autora “Nora” e eu respondi de bate-pronto “Ephron”. Na hora senti uma grande simpatia por ela, uma familiaridade pouco comum com alguém que acabara  de conhecer. Horas e intermináveis horas depois, chegamos em Paraty, a noite. “Daqui a meia hora na recepção” era o ” mini boss ” convocando o pessoal para o jantar. Depois de rodar a cidade em busca de um bom restaurante aberto naquela hora, só achamos barzinhos, acabamos em uma pizzaria  com decoração charmosa e pizzas horrorosas. Após mastigar cimento de construção com queijo, fomos dar um giro pelo pier da cidade antes do “goodnight” sem “birinight”.  No dia seguinte,  as 6 da matina, hora de levantar para tomar o café da manhã  e depois sair para a maratona de fotos. Chegamos em uma casa legal bem na beira-mar. O dia estava lindo, ensolarado sem uma nuvem no céu. Pensei que o trabalho seria uma dureza e foi mesmo, mas os resultados compensaram o grande esforço. Depois de algumas centenas de fotos,  demos um pequeno “brake” para o almoço, aliás muito bom,  providenciado pela empresária que acompanhava as fotos. Sem tempo para “jiboiar”, reiniciamos o trabalho, agora com modelos,  já que anteriormente haviamos clicados só os produtos. O maquiador/cabeleireiro entra em cena e de repente começa a grande metamorfose. A tímida e simpática moça se transforma na Capitu do meu imaginário, óbvio que só eu percebi.  Conforme o casal de modelos começou a desempenhar melhor, a bela morena ia se tornando cada vez mais a Capitolina, a Capitu  do célebre livro “Don Casmurro” de Machado de Assis. Esses clicks dela me remeteram a minha juventude, mais precisamente na quarta série ginasial, quando tive a obrigação e o prazer  de ler o livro, graças ao meu  professor de Português, o Barbosão. Clicks e mais clicks e a morena desabrochando, cada vez mais a vontade. Na minha frente uma beleza Machadiana dissimulada , uma beleza Brasileira. A morena sestrosa do  Ary Barroso. A morena ingênua e sensual do Jorge Amado. A presença africana forte nos seus traços.  Enfim a materialização da personagem na minha frente. Tive vergonha de contar a ela e a equipe o “barato” que estava vivenciando. Hoje, mais tranquilo posso dizer ” Obrigado moça bonita. Você resgatou um pouco da minha adolescência  em pequeníssimos intervalos  entre uma foto e outra no bucólico cenário de Paraty”. Agora vou continuar na busca de Bentinho e Escobar, quiçá em outro cantinho  do Brasil.É isso aí.