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A minha Manhattan Paulista.

Manhattan PaulistaEssa foto vai ser histórica. Tenho a certeza que daqui a 10 anos , a região de Pinheiros estará desenvolvida como o centro de Manhattan , principalmente no eixo da avenida Faria Lima. O metro quadrado construído já é um dos mais valorizados de São Paulo. Em pouco tempo será o lugar mais caro da cidade. Nasci aqui em uma casinha bem  modesta e  que em breve será engolida e posta abaixo devido a expansão imobiliária. Uma pena. Eu vi o desaparecimento do antigo Mercado de Pinheiros, que perto da sua entrada principal abrigava um bebedouro de água para cavalos,  em forma de  taça de vinho, onde eu ficava apreciando os animais com suas respectivas carroças. Vi o fim do antigo Largo da Batata, lugar de concentração de vários estabelecimentos com  galpões repletos de batatas até o teto. O  meu pai ia  visitar os amigos batateiros e ganhava  sacos de 5 quilos do alimento ,  que fazia a delícia do meu almoço e jantar , com o  feijão com  arroz , bife  e  batata  frita. Vi o fim dos bondes elétricos que faziam a volta no Largo dos Pinheiros e retornavam para o centro da cidade.Vi o fim dos ônibus elétricos. Vi o fim da Cooperativa Agrícola de Cotia, uma potência no mercado  de hortifrutigranjeiros que foi para o brejo em uma crise vertiginosa e inacreditável. Também presenciei o nascimento da avenida Faria Lima, o impulso imobiliário dado pela construção do Sesc Pinheiros e o enfim …ufa.. ínicio do serviço de Metro no bairro e que agora aguardo ansiosamente o final das obras de revitalização do Largo da Batata e do baixo Pinheiros e que verei, se Deus quiser, o nascimento da minha Manhattan Pinheirense. O Brasil cresce,  São Paulo cresce , Pinheiros cresce. Para onde eu vou?  Como dizia o meu avô… “Vou morar no mato”…

Ps: Agradeço aos persistentes leitores por terem prestigiado o meu blog em um longo período de turbulências com muitas crises , muitos dissabores e finalmente com muitas soluções.Obrigado.

Picture by Franklin Nolla.


A Tribute to New Yorkers/ part 2

Domingo no parque. Enjoying the Park.

As famosas charretes do Central Park. Tourists Tour around Central Park.\

Bar e Café perto do Harlem. Bar e Café near Harlem.

 

Malas.Bags.

Skatistas da noite. Night Skaters.

 

O Fantasma da Ópera. Um fenômeno da Broadway, The Phantom of the Opera. Broadway`s fenomenum.

All pictures by Franklin Nolla.

 


Um tributo fotográfico aos Novaiorquinos. A Photographic Tribute to New Yorkers.


 As últimas previsões metereológicas apontam para uma possível nova tempestade atingir  New York e New Jersey ainda nessa semana. Tomara que não.

O motivo deste post é prestar um tributo fotográfico aos habitantes de Nova Iorque e Nova Jersey.

Esse local, Battery Park,  em “Lower Manhattan” foi praticamente arrasado pelo furacão Sandy. Uma pena. Aí vai  a minha homenagem aos  cidadãos comuns que fazem parte de  uma grande cidade.

Battery Park/ Lower Manhattan

Mulher dirigindo  ônibus em Manhattan. Bus driver.

Em cima do ônibus turístico. Sightseeing bus.

Trabalhador recolhendo entulhos. American worker/Debris.

“Camelô”  chinês. Chinese worker.

“Loiraça”. Beautiful lady.

Simpática moça trabalhando feliz da vida na divulgação da peça da Broadway/ Priscilla , a Rainha do Deserto. Happy woman working at Broadway.

Amy Winehouse style.

Com um pouco de humor, uma  criança examina “as partes” da estátua  de Marylin Monroe  no museu de cera de Mme Tussaud.

Oopss!. What about Marylin underwears?

All pictures by Franklin Nolla.


A “Big Apple” Paulistana.

A quarta feira foi insana para a maioria dos que vivem em São Paulo. Tudo por causa de uma greve imbecil dos metroviários. A cidade parou. O prejuízo foi enorme. Mas, para mim foi um dia bom. Vi a cidade toda de cima, sentado em uma” cadeira voadora “. Superei o receio de um novo sobrevôo.  Estava abalado com os últimos acidentes aéreos.  O destino quis que fosse assim. Milhares sofrendo com o caos estabelecido. Milhares em desespero por não poderem trabalhar ou por não poderem ir para as suas casas. Por isso resolvi fazer uma foto que dedico a todas as pessoas que sofreram nesse dia.  O título dela é “Manhattan Paulista”, uma justa homenagem a cidade que nos acolhe e nos sustenta, apesar dos desmandos das autoridades e agora, dos malditos sindicatos. Arriba Sampa!

Picture by Franklin Nolla.


NEW YORK GRAPHIC PICTURES part 2 – Windows

What are you looking for?

Through the window.

Pictures by Franklin Nolla.


Fotos – Manhã de Sábado em Manhattan. Manhattan`s Saturday Morning Shots.

Porque escrever ou postar fotos  sobre Nova Iorque? Simplesmente porque tenho fotos bem legais da capital do mundo . É isso.

Why NYC posts? Because i have nice pictures about it.

‘PROUD’

‘WHAT DOES IT MEANS”

‘LIBERTY’

“WAITING…”

“HEY MAN. WHAT TIME IS IT”

“SING BOB! SING”

All pictures by Franklin Nolla.


Nem os Superheróis salvam Wall Street.

Nesse artigo, estou colocando o  meu modo de sentir Manhattan nas duas visitas que fiz a New York ao longo de duas  décadas. A primeira vez que estive lá, lembro-me bem que era na época das eleições presidenciais que elegeram Bill Clinton, mais precisamente no tempo que o candidato a presidência estava envolvido com o escândalo  Monica Lewinski. O império ianque estava no auge com muita riqueza e poder. A minha sensação ao ver Wall Street  foi grandiosa. A escala de tamanho dos edifícios era monumental, comparada a um dos  edifícios  mais alto de São Paulo, o Italia. Tudo era super, grande , pujante, com americanos circulando pelas ruas na hora do almoço.Isso denotava  que haviam americanos trabalhando. A cidade tinha “glamour”.  Pessoas  altas, bonitas e elegantes circulavam pela quinta avenida. A big Apple funcionava a todo vapor. Boas memórias do passado.

E hoje? Acho que fui contaminado pela crise econômica. Os prédios já não são fora de escala. A altura dos edifícios não mais me impressiona. As torres gêmeas que eram referência de altura, não mais existem. As pessoas nas ruas são baixas, tristes e mal vestidas. A língua dominante é o Espanhol . Ao redor de Wall Street fala-se todos os idiomas, menos o Inglês. Virou capital mundial dos estrangeiros naturalizados ou ilegais. A grana tá curta. A economia,  engessada. A crise veio para ficar. Para os brasileiros, NYC é um sonho, uma beleza, porque dá para comprar muito mais do que aqui com a mesma quantidade de dinheiro. No comercio só se vê coreanos, chineses , russos, ucranianos e cucarachos. Nos bancos e grandes corporações, idem. O americano deixou os trabalhos menores e mais pesados para os estrangeiros, só que esqueceram que os estrangeiros também podem galgar a empregos mais sofisticados e mais rentáveis. O resultado disso >  Desemprego.

Com essa crise, o Superman e seus amigos não podem fazer nada. Correm o risco de perderem os respectivos empregos.

Se quiserem entender a crise econômica de 2008 até hoje , vejam os filmes: “Trabalho interno”  documentário de Charles Ferguson, “Capitalismo: Uma história de amor” doc de Michael Moore e Margin Call- O dia antes do fim” de J.C.Chandor.

Picture by Franklin Nolla.


Matéria X Anti-Matéria X Matéria X Anti-Matéria…………….

No Comments.

Picture by Franklin Nolla – New York City -No Photoshop.


O estado da arte – Museu Guggenheim – Manhattan`s comments part 1.

Fiquei emocionado ao ver a beleza do Museu Solomon R Guggenheim, bem em frente ao Central Park de New York. Ele foi projetado pelo maior ícone  da arquitetura norte-americana, Frank Lloyd Wright, entre 1943 e 1954 ( o projeto ) e foi concluído em 1959. O que me encantou foram as curvas e a grande espiral, que quebrou todos os paradigmas de visitação dos museus tradicionais,  onde as obras são expostas  salas  após salas. No Guggenheim você pega um elevador que o leva ao último pavimento, iniciando o processo descendente pelas rampas, iluminadas pela gigantesca clarabóia, para visitar as obras em exposição nas salas ( uma abaixo da outra ). O acervo permanente de arte contemporânea, The Tannhauser Collection ocupa algumas salas e as exposições sazonais ocupam as outras. Para mim a atração maior é o próprio museu, assim como o é o museu de Arte Moderna de Niterói, do grande arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer. Vale a pena conferir.

Pictures by franklin Nolla.


Olha eu aí sendo filmado em Manhattan.

Muita gente acha que sou parecido com o Tom Selleck e eu acabo concordando. Se eu der uma pintada no bigode e na cabeleira vou ficar bem parecido com ele , com alguns quilos a menos e milhares de “verdes” também.  Essa foto é uma leve brincadeira para animar o  fim-de-semana.

Photo by Franklin Nolla.


2753 inocentes jamais irão ver essa singela foto.

A minha intenção não é ser demagogo ou piegas, mas como posso não me deixar emocionar ao clicar essa vista e saber que as pessoas que padeceram nas torres gêmeas do WTC  nunca mais poderão ter a oportunidade de vê-la. Não sou muito chegado a fotografar locais onde aconteceram grandes tragédias, tanto que no dia que estava perambulando pelas ruas de Wall Street, eu estava sem a minha câmera ( estava “de bode” de tanto fotografar nos últimos 10 anos ).Passei por uma loja que me chamou a atenção. Na vitrine havia uma reluzente Harley Davidson azul com palavras escritas sobre a pintura original. Voltei e entrei na loja para ver o que estava escrito. Foi então que me dei conta que estava na loja que arrecada fundos para a construção do memorial  do 11/09 /2001. A Harley  pertencia ao irmão mais velho de uma das vítimas que escreveu tudo que o irmão mais novo, falecido na torre sul, gostava na vida. Foi de arrepiar e de deixar os olhos marejados de lágrimas. Junto com umas 20 pessoas, começamos a assistir um documentário que mostrava em detalhes os ataque as torres do World Trade Center e as reações das pessoas que estavam vivenciando aquele momento. 7 minutos depois, ao final do vídeo,, quase todos estavam chorando.  Segurei a “onda” para não chorar. Logo depois passou outro vídeo  em 3D mostrando como seria o  memorial que iria ser inaugurado nos próximos dias ( ontem 11/09/2011). Saí de lá com o astral super baixo e logo depois vi os tapumes que encobriam a minha visão da obra do memorial. Um espaço gigantesco, ocupando o lugar das duas torres. Um profundo sentimento de tristeza me abateu e senti  uma energia muito negativa que  emanava do local. Rapidamente me mandei dali e fui parar em um bar ; virei um bourbon cow- boy  goela abaixo  para reverter  a zica que estava no ar. Planejei voltar em outro dia para fotografar, mas acabei me auto-sabotando e não voltei mais.

Dias depois, a caminho do Brooklyn, fiz essa foto que eu singelamente faço dela um tributo em homenagem as vítimas inocentes do atentado ao WTC.

foto: Franklin Nolla.


O dia que Nova York tremeu.

Fui fazer um trabalho nos States e aproveitei alguns dias para passear na Big Apple. Naquele dia, o calor  não estava tão intenso e resolvi fazer um programa de índio. Peguei o ônibus vermelho e fui fazer um sight seeing em Manhattan Uptown. Passei pelo Central Park e  fomos ( eu e um monte de turistas) ao Harlem e logo depois cruzamos a ponte em direção ao Brooklin. Foi um passeio meio  chato mas em contrapartida muito barato pois pude   conhecer outros lugares da cidade fora do circuito Mid Town mais Broadway, gastando pouca grana. De táxi ia sair uma nota.Depois da longa jornada, desci em Times Square e fui caminhando e fotografando até o meu hotel que ficava no bairro coreano de  NYC.  De repente começei a sentir uma vibração estranha entre as pessoas. Muita gente com cara preocupada e um monte de nego dormindo ao lado de  suas malas no meio das calçadas que tem mesinhas e banquinhos para descansar. Fiz alguns clicks das pessoas dormindo ou conversando e havia alguma coisa no ar que eu não estava entendendo. Por que nesse dia tinha tanta gente nas ruas e tanta gente dormindo em plena luz do dia?Fiquei cabrero. Caramba! O que está acontecendo?. Resolvi desencanar e fui comprar o ticket para ver   “Priscila, a rainha do deserto”. Fui para o hotel e liguei a tv. Comecei a assistir cenas de uma conferência na ONU e vi um monte de pessoas saindo correndo do recinto. A camera começou a mostrar o local chacoalhando muito. Terremoto em Manhattan dizia o âncora do telejornal. Não acreditei. Mudei para outro canal e vi a confirmação .Pô, eu estava na rua e não senti nada . Nada tremeu ou oscilou. Como pode um lado da cidade estar tranquilo e o outro tremendo e chacoalhando? Graças a Deus e ao meu anjo da guarda, não passei e nem presenciei nenhum reflexo do terremoto. Tomei banho, coloquei uma roupa mais formal e fui dar muitas risadas com as aventuras das drags no deserto da Austrália. Só que com uma condição : um olho no palco e o outro na saída de emergência. The show must go on e a minha  vida continua também….

foto-Franklin Nolla.


Maior que Manhattan.

Como um piloto frustrado, só me resta parabenizar a cidade de São Paulo que ultrapassou Manhattan, NY, USA na quantidade de helicópteros utilizados  na Capital Paulista. São mais de 500 aeronaves circulando sobre as nossas cabeças. Como sou apaixonado pelas cadeiras voadoras, que custam entre R$ 700 mil a R$ 3 milhões, e não tenho grana sequer para trocar o carro, fico cavando sempre uma oportunidade para voar, visto que sou um especialista em clicar fotos aéreas profissionais. Graças a Deus , tenho clientes  que me contratam para fotografar e filmar  as suas empresas. Para mim , é sempre um prazer e divertimento, trabalhar com esse tipo de imagem. As vezes pratico uma relação custo-benefício muito favorável aos empresários, só para poder ter o imenso prazer de voar. Para mim duas coisas não tem limites- o céu e as as altas montanhas. O som do motor/rotor  da aeronave e os sinais de “fasten seat belts” sempre causam  um grande “frisson”…. A cadeira voadora saindo do solo de lado, é um grande barato… Pena que acabe tão rápido. (geralmente 1 hora)…

foto-Franklin Nolla.